Imagem- reprodução site da prefeitura de Gravatá

Conforme a prefeitura, o vereador ainda se expôs e colocou em risco terceiros que o acompanhavam ele na vistoria ao aterro sanitário sem se precaver

A nota foi postada nas redes sociais na noite desta quarta-feira (30/6), onde relata que o material que foi levado para o aterro sanitário, na verdade tratam-se de restos de urnas funerárias antigas, as quais devem ser descartadas no Aterro Sanitário.

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A Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Controle Urbano, vem, por meio desta, esclarecer a situação mencionada pelo vereador Léo do Ar, em matéria publicada no blog Pernambuco Notícias. 

Informamos que os resíduos sólidos provenientes da limpeza do Cemitério de Santo Amaro, que tiveram como destinação final o Aterro Sanitário Municipal de Gravatá, tratam-se de restos de urnas funerárias antigas, as quais devem ser descartadas no Aterro Sanitário, que é o local adequado para este fim, operação realizada ao longo de várias gestões. Quanto ao manuseio dos resíduos, os mesmos são realizados de forma mecânica, utilizando-se caçamba basculante e trator de esteira na operação de destinação final, de forma que os colaboradores não entram em contato com os resíduos, de acordo com a Lei 14.549/2011, que consiste no funcionamento de aterro sanitário e a NBR 10.004/2004.

Salientamos que os resíduos provenientes dos cemitérios que não podem ser descartados no aterro sanitário de Gravatá, por exemplo, são as ossadas humanas, as quais têm que ser catalogadas e levadas para incinerador pelos colaboradores do cemitério (coveiros), que são recolhidos pela empresa contratada para este fim.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Controle Urbano, o vereador Léo do Ar entrou no local de forma errada. Ou seja, ele deveria estar acompanhado de um técnico responsável por aquela área.

Alertamos a população e vereadores, na pessoa do excelentíssimo senhor presidente Léo do Ar, que a normativa de procedimentos para entrar no aterro sanitário tem que ser acompanhada pelo técnico responsável, pois trata-se de área insalubre, onde o vereador se expôs e colocou em risco terceiros que o acompanhavam nesta vistoria ao empreendimento, pois os mesmos adentraram a área de operação sem serem anunciados e, muito menos, sem comunicar ao responsável técnico do aterro, o engenheiro ambiental, Emerson William Aragão (CRE 58.751/PE), fatos estes relatados e registrados no diário de ocorrências do aterro, pelo balanceiro do dia. Desta forma, salientamos que a comunicação é de fundamental importância e o respeito para uma boa relação entre as instituições, como é de praxe dos órgãos fiscalizadores como exemplos TCE e CPRH.

Gravatá, 30 de junho de 2021.

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