CAPS-Foto- Anderson Souza (SECOM)

Intuito desse encontro é partilhar vivências e práticas realizadas em Gravatá para melhorias aos pacientes em tratamento

Gravatá começa a ser vista como referência de trabalho para outros municípios. Um exemplo disso foi mostrar a metodologia de funcionamento do Centro de Atenção Psicossocial de Gravatá (CAPS II) ao município de São Joaquim do Monte, que esteve na unidade em Gravatá nesta terça-feira (04).

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Durante o “encontro” foi apresentado o material sobre o trabalho do CAPS II e a explanação executadas junto a Política de Saúde Mental de Gravatá. 

O intuito também foi partilhar vivências do CAPS II, mostrar o início de tudo, as dificuldades encontradas, de que forma ocorreu sua evolução e como trouxeram melhorias aos pacientes em tratamento. 

Também foi expressado a preocupação de toda equipe com o lugar, com a estrutura, cores e como foi fundamental a união e engajamento dos componentes para concretizar tudo que almejavam para dar um atendimento adequado aos pacientes. 

Participaram do encontro a equipe do CAPS I, de São Joaquim do Monte, composta pela coordenadora de Saúde Mental, psicóloga, assistente social, terapeuta, pedagoga, enfermeiro, técnico de enfermagem e a técnica de assistência.

A equipe do CAPS I, da cidade de São Joaquim do Monte, falou um pouco sobre sua vivência, e que vieram buscar experiências, a forma de organização, atendimento ao público para que possam mostrar o seu potencial.

Pollyanne Teixeira – coordenadora do CAPS I de São Joaquim do Monte

Pollyanne Teixeira, coordenadora do CAPS I de São Joaquim do Monte, fala de como surgiu a ideia de vir ao CAPS II, em Gravatá, para obter momentos de aprendizado da metodologia de trabalho com a equipe local: “A ideia surgiu a partir da inquietação de fortalecer nossos vínculos e de conhecer outras realidades. Então, eu sugeri à nossa Gerência Regional que dessem o nome de um CAPS, então foi indicado o nome do CAPS II aqui de Gravatá. Já que estava na mesma microrregião, para que a gente consiga fortalecer os nossos vínculos, porque tem a importância de fortalecer não só dentro de São Joaquim do Monte, mas fora dela também. É importante a gente se aproximar de outras realidades para poder entender a nossa e poder realmente fazer o fluxo da saúde mental funcionar como deve, como se propõe e como a gente espera que seja”, relatou. 

Jane Silva – coordenadora do CAPS II de Gravatá

A coordenadora do CAPS II, Jane Silva, pontua a importância do gestor, Prefeito Padre Joselito, com sua acolhida humana e preocupação com as pessoas: “Hoje é um momento muito especial para nós porque a gente preparou uma gama de tudo o que foi feito de janeiro até agora. Isso também é a prova viva dessa gestão: compromisso com as pessoas. Então, hoje, receber São Joaquim do Monte nos retrata que um bom gestor que cuida do outro, que tem compromisso com o outro, que tem afetividade nos seus processos de trabalho. Então, agradeço toda a gestão por nos permitir realizar um bom trabalho e servir de modelo para outros municípios”, disse.

Reportagem: Mathilde Souza

Fotos: Anderson Souza (SECOM)

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